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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

O novo ano e as tradicionais promessas


   
Então, o mundo não acabou! 2013 chegou, e com ele as milhares de promessas que fazemos quando um novo ano começa. Óbvio que sabemos que 90% delas não serão cumpridas, mas sempre há esperança, correto? Afinal, se não fosse assim, porque continuaríamos a prometer algo impossível?! Sendo assim, compartilharei com vocês as minhas.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Rebelião em Nova York


“No ano de 1863, a história racial norte - americana sofreria uma fissura irreparável. A Guerra Civil contra o sul ainda escravagista se espalhava pelo país e Lincoln, o então presidente, resolvera implantar o alistamento obrigatório. As famílias mais abastadas, no entanto, poderiam trocar a ida de seus membros às trincheiras por uma tarifa de 300 dólares paga à União. A liberdade negociada por menos do que valia um negro nos estados onde a escravidão ainda era permitida. Menos que um escravo. Tudo começara com simples discussões e trocas de comentários ríspidos em alguns pubs locais, e se transformara numa das piores rebeliões da história dos Estados Unidos. Por três dias, Nova York ardeu em chamas.”

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Playlist: Grunge


Fim da década de 80. Os caras do Pearl Jam lutavam por shows mais baratos, eram processados pela gravadora, transformavam todo o julgamento num caso público, numa comédia estranha de adolescentes drogados e mal vestidos. O Nirvana de um atormentado Kurt Kobain explodia em pequenas apresentações nos Estados Unidos. O rock barulhento, sujo, abafado, ressurgia, depois da queda em cascata do punk, menos comercial. Uma juventude que gritava e cuspia por aí um monte de sexo, entorpecentes, drogas novas, e um rock’n roll estranho, que violentava a música convencional. Era o grunge se apresentando para o mundo.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Presentes

Acima de qualquer protesto, chegou agora a sua coluna semanal/mensal/anual/quando as ideias aparecem Com Grandes Poderes Vêm...

Quando eu era criança, ganhava um monte de coisas legais. Carrinhos de controle remoto, bola de futebol, livros de riscar, coleções infantis. Um monte de coisa divertida. E ganhava bonecos também, mas enterrava todos no quintal, sabe Deus por que. Uma vez, ganhei até uma bicicleta vermelha, que me rendeu uns bons tantos de arranhões. Daí eu cresci um pouco, e os adultos todos, no auge de sua sabedoria de Entendedores das Leis do Universo e suas intermináveis teorias de como compreender e educar as crianças, decidiram que eu não deveria ganhar mais tantos brinquedos assim. Deveria aprender a crescer, colocar um terno cinza, ganhar dinheiro e viver como mandam as leis da sociedade.

A Gafe


Confundir os nomes, trocar os números, não enxergar a porta de vidro, esquecer o discurso; é quase que um carma humano cometer tantas mancadas durante a vida! Todos, inclusive as figuras mais ilustres que passeiam por aí, cometem as famosas gafes, que ficaram conhecidas na história da sociedade por gerar inúmeras guerras e divórcios. É inevitável fugir, e se você ainda não passou por nenhuma mazela desse tipo, pode esperar...

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